Hoje fui em um restaurante self-service. Eu estava com uma grande expectativa porque o lugar tinha como especialidade a comida mineira. Quando visitei minas fiquei encantado com sua culinária.
Quando cheguei lá, fui surpreendido com várias comidas parecidas e algumas que nunca havia visto na vida. Ou seja: eu não sabia o que ia comer direito.
O lugar estava relativamente cheio, tinha uma fila e eu não podia sair de onde estava para perguntar aos funcionários o nome de cada alimento.
Acabei fazendo o possível dentro das limitações, ainda foi bom, mas poderia ter sido bem melhor.
E fiquei pensando: poxa, se ao menos tivesse uma plaquinha indicando o nome de cada coisa! Aí a experiência poderia seria otimizada.
É como digo: experiência é simples, mas não é fácil.
É simples colocar uma placa mas não parece ser fácil para uma empresa que tantas obrigações pensar em todos os detalhes.
Veja que nem caro isso é. Umas 20 placas podiam ser feitas de papel e plástico e reutilizadas por muito tempo.
Por isso que um dos elementos do meu diagrama EMI (de experiências marcantes imersivas) inclui o elemento “informação”. Em uma breve análise usando essa ferramenta que estou desenvolvendo daria conta do recado.
