O mercado pode parecer cruel, em que prevalece a lei da selva.
Nele, pessoas e empresas competem, levando a situações de desgaste extremo e a uma vida vazia de sentido.
Mas não precisa ser assim. Vou te mostrar que existe um caminho cheio de amor e propósito.
Primeiro, temos que admitir: destaca-se no mercado quem sabe competir.
Muitos atletas nos Estados Unidos ganham bolsas de estudo e conquistam bons empregos mais facilmente por saberem lidar com a competitividade em sua vivência com os esportes.
Além disso, grande parte dos CEOs nesse país foram atletas.
Mas existem outros caminhos.
Se a gente olhar mais para o cliente e não apenas para o dinheiro, se a gente aproveitar o processo e não apenas o resultado, o quadro ganha cores mais vibrantes.
Se a gente focar em entregar algo valioso, em ajudar as pessoas de verdade, tudo muda.
Quando entregamos valor, quando proporcionamos ao cliente uma experiência que realmente o marcou, temos mais chances de receber algo valioso em troca.
Competir é trabalhar “na força do ódio”. Gerar valor é trabalhar na força do amor!
Na geração de valor todos ganham e, curiosamente, isso pode aumentar nossas chances de vencer e enriquecer.
