Os grandes vencedores do mercado são inovadores.
Vejam o caso da IA. Estamos acompanhando em tempo real uma revolução que favorece quem a criou.
Infelizmente, temos vários problemas que nos fazem apenas assistir de camarote a criação dos outros.
Um deles está no sistema de ensino. Os alunos são treinados para memorizar informações e jogar tudo em provas. Esse treinamento os impede de experimentar do poder da criação.
Quando desafio esses alunos a criar em sala de aula, muitos entram em desespero. Natural, é algo muito novo para eles, infelizmente.
Acredito que o ensino seja apenas uma vítima de uma grande cultura que nos impede de criar.
Não é só uma instituição, mas vários sistemas de poder que criaram uma cultura anti-criativa.
Basta ver a reação de muitos diante do protagonismo de países mais avançados. Há sempre uma crítica e algum tipo de ressentimento.
O ideal era que admirássemos quem cria e que isso nos inspirasse e nos desafiasse a sermos ainda melhores.
Mas a cultura anti-criativa é tão forte e já tão enraizada que o efeito é contrário.
O fato é que para inovar é preciso uma cultura criativa em todas as áreas, das tradicionais às mais artísticas.
E antes de tudo, a inovação exige uma visão, uma ideologia mesmo.
Se não acreditamos na criação, na superação, no desenvolvimento, não vamos nos motivar a crescer.
Se não crescemos, diminuímos. Não há meio termo na corrida da vida.
