Entrei em uma farmácia e os dois atendentes estavam ocupados.
Foi então que fui até uma sinalização de fila que havia no chão. Eu era o único lá.
Demorou um tanto, e chegou outro cliente, que ficou aguardando depois de mim.
Foi então que nós dois, na fila, fomos surpreendidos.
Chegou um atendente das profundezas da farmácia e chamou um terceiro cliente, que acabara de chegar e não estava na fila.
Nós, da fila, ficamos ali de besta.
Comentamos entre nós, e ficou aquela sensação de atendimento ruim e, principalmente, da desatenção do balconista.
É como digo: a experiência do consumidor é simples, mas não é fácil.
Bastava o balconista estar atento ao serviço e pensar no que ele poderia gerar em termos de pensamento e emoção para quem estava sendo atendido.
O resultado foi essa impressão ruim. Uma conclusão do pensamento: que falha! E a emoção do desconforto.
Agora, me responda: quantos milhões de reais custaria ter mais atenção? E de desatenção em desatenção os concorrentes vão crescendo, os clientes saindo de fininho, uma reputação se corroendo…
