Acabei de voltar do cinema e lá percebi que a experiência que tive poderia ser melhor
Costumamos assistir na grande tela superproduções pensadas nos mínimos detalhes para nos encantar. Por alguns minutos que esquecemos de tudo e nos conectamos profundamente com mundos que não existem. Mágica pura!
No entanto, até chegar no filme temos um longo caminho.
Sentamos na cadeira e até chegar na experiência principal, do filme, temos algumas microexperiências.
É um tal de propaganda disso, trailer de filmes nada a ver e outros vídeos promocionais que foram feitos para entrarmos no clima de hollywood mas acabam tendo o efeito contrário de tão… Cafonas… Se comparados com o que realmente queremos assistir.
Para o preço do ingresso que está nas alturas (como de muitas coisas), esse tipo de entrega soa problemático.
Se o filme for bom, maravilha; mas se não for, aí a coisa azeda de vez.
O ponto aqui é: se você tem algo muito bom a oferecer para o consumidor, cuidado com todo o resto. Todo detalhe conta e deixar isso pra lá aumenta os riscos envolvidos.
É por isso que no Mapeamento de Valor Experiencial (MVE), método que desenvolvi, damos conta do antes, do durante e do depois da experiência para entendê-la. É assim com a jornada do cliente também.
O MVE vai além e mapeia até seu momento de vida, todo o contexto ao redor da experiência, que pode influenciar no que vivemos.
O cinema e a experiência do consumidor podem ser mágicos ou trágicos. E o grande juiz sempre será quem vive tudo, o cliente. É ele quem paga e quem diz se o final será feliz ou não.
