Muitos alunos se preocupam em como escrever a seção de procedimentos metodológicos. Mas ela nada mais é do que exposição de como você realizou sua pesquisa, isto é, como você chegou nas afirmações que faz na seção de resultados. Então, para ter uma seção metodológica de qualidade, é preciso primeiro entender e executar muito bem o método escolhido. A redação é apenas a ponta do iceberg.
Meu objetivo aqui não é mostrar um guia definitivo sobre método, mas fazer você entender qual é a lógica para que não se sinta perdido. As questões metodológicas são muito discutidas na academia, existem várias maneiras de pensá-las – o assunto é muito extenso. Trago aqui questões importantes para servir de ponto partida para a para construção da sua pesquisa qualitativa.
O que é um método?
Em pesquisa qualitativa, o método é uma maneira ordenada de chegar a conclusões. Os pesquisadores querem entender melhor o mundo de modo que suas afirmações sejam mais seguras do que as opiniões. Para isso, eles sistematizam a observação e a reflexão sobre a realidade.
Como já comentei, todo o processo começa com uma pergunta que sintetiza aquilo que o pesquisador quer entender. Em minhas pesquisas de experiência do consumidor, por exemplo, já utilizei uma pergunta parecida com essa: como acontece a experiência do São João segundo os consumidores da festa?
Em vez de buscar na própria mente, o pesquisador é levado a conseguir uma amostra da realidade que quer entender – o que tecnicamente é chamado de coleta de dados. Na investigação que mencionei, procurei conhecer mais como os consumidores viveram a festa. Eu poderia literalmente observar os consumidores durante o evento indo pessoalmente. Mas preferi fazer entrevistas com quem esteve lá para entender melhor como foram as percepções. Desse modo, consegui ter uma “amostra” das experiências.
No entanto, não basta ter uma amostra da realidade, é preciso pensar sobre ela para responder a pergunta e, finalmente, construir uma explicação clara sobre o mundo – o termo técnico para esse processo é análise de dados. Voltando ao exemplo, chega a hora do pesquisador ler todas as entrevistas e organizar tudo que pode responder a pergunta e assim dar uma explicação compreensível para a comunidade acadêmica e a sociedade por meio do trabalho acadêmico.
Notem como podemos pensar em um sistema/processo a partir do que foi dito. Primeiro o pesquisador é levado por uma dúvida a explicar a realidade (pergunta de pesquisa) depois ele se aproxima dessa realidade para ter uma amostra dela (coleta de dados), na sequência ele pensa sobre o que coletou para chegar na resposta da pergunta (análise dos dados). Isso funciona como um sistema que tem um input (coleta de dados) passa por uma transformação (análise de dados) e gera um resultado (resposta da pergunta de pesquisa).
Um exemplo que utilizado em sala de aula é o do exame de sangue. O médico é movido pela dúvida: o paciente está saudável? Movido por essa pergunta, ele pede o exame cujo primeiro passo é coletar uma amostra de sangue, que funciona como uma coleta de dados. Então o sangue, que é uma amostra corpo (uma amostra da realidade), está em formato adequado para ser analisado. A análise dos dados seria a o procedimento de observar o sangue com cuidado para investigar, por exemplo, taxas de colesterol. E análise nesse sentido vai ajudar a chegar a uma conclusão e a resposta da indagação do médico. Ele vai descobrir se o paciente está mesmo bem.

Essas são as linhas gerais do processo, isto é, um método é um conjunto de instruções de como fazer coleta e análise de dados, e podem ser acompanhados de fundamentos teóricos. Elas podem ser úteis para entender pesquisa em vários contextos. Mas, especificamente na pesquisa qualitativa, teremos mais uma característica desse processo que é o movimento de baixo para cima. Quando utilizado, o pesquisador observa a realidade em um primeiro momento e, em um segundo momento, reflete sobre os dados para chegar a conclusões teóricas. Algumas pesquisas se limitam a esse primeiro momento, de descrição apenas. Mas outras vão executando reflexões e conclusões em diversas camadas com o objetivo de criar teorias cada vez mais abstratas e amplas.
Se você chegou até aqui, já entende a lógica do processo. A partir de agora, vamos falar de mais detalhes e noções técnicas do processo metodológico.
Estratégia de investigação
A estratégia de investigação nada mais é do que o método. Podemos entendê-lo nesses termos pois inclui um certo planejamento de como se investigar o objeto de estudo. O objeto é aquilo que se vai analisar. No meu exemplo da experiência, é o consumidor do São João.
Quando se pensa em método se pensa em métodos tradicionais que servem para determinados tipos de investigação. Por exemplo, a análise do discurso para compreensões mais profundas sobre o discurso; fenomenologia para compreender a percepção de indivíduos; estudos de caso para se aprofundar sobre um determinado objeto de estudo; etnografia para estudar cultura e assim por diante.
Esses métodos tradicionais vão ter procedimentos de coleta e análise adequados para o que se quer investigar. Por exemplo, a fenomenologia precisa de uma entrevista fenomenológica que vai focar no mundo subjetivo do entrevistado; a etnografia pode ser feia por uma observação participante para captar detalhes de como as pessoas vivem; a análise do discurso terá um procedimento analítico que poderá buscar contradições nas falas…
Vale ressaltar que esses métodos têm variações. Então, seria mais adequado dizer que existem fenomenologias, análises do discurso, etnografias, pois diferentes pensadores idealizaram diferentes métodos segundo uma mesma matriz.
Os métodos precisam ter compatibilidade com a teoria e o paradigma da investigação. Esse ponto merece uma explicação mais profunda em outro texto. O que posso dizer por enquanto é que os métodos partem de noções do que é a realidade e de como compreendê-la. Por exemplo, na fenomenologia se estudam as percepções de alguém sobre o mundo, o que pode ser algo extremamente subjetivo. Já os estudos quantitativos tendem a pensar no mundo como extremamente objetivo, uma concepção oposta da anterior. Então, pode ser problemático utilizar uma teoria de um paradigma objetivo com método de paradigma subjetivo.
Sobre isso, vale também mencionar que cada método tem uma fundamentação filosófica ou um sistema teórico que o orienta. Por exemplo, cada método fenomenológico diferente tem sua própria definição do que é um fenômeno e como ele funciona.
Além disso, os métodos podem ser adaptados e recriados. Como disse a vocês, os métodos são, em linhas gerais, diretrizes de como realizar a coleta e análise dos dados. Quando se compreende bem esses dois elementos é possível fazer adaptações já que cada pesquisa tem um contexto especifico. Isso pode acontecer desde que se preservem os fundamentos do método e a harmonia com teoria e paradigma.
Coleta de dados
Como já falei, a coleta de dados é uma maneira de ter uma amostra do mundo que se quer entender de maneira que possa ser analisada posteriormente.
A primeira dica aqui é simples mas que muitos alunos esquecem: relembrar o que se quer entender. Isso pode ser feito por meio de reflexões a partir da pergunta de pesquisa.
No caso da minha pesquisa sobre o São João, o que eu queira entender eram as experiências do consumidor. Mas, o que são experiências? Para que eu colete “amostras” de experiências eu preciso primeiro saber o que elas são. Uma das definições que encontrei diz que elas são todas as reações dos consumidores, como pensamentos e emoções. Nesse ponto temos um entendimento melhor do que queremos coletar, sabemos a natureza, o tipo de elemento do mundo que queremos coletar.
Não posso simplesmente sair por aí observando pensamentos porque eles não são concretos nem visíveis, eles estão ocultos “dentro das cabeças” dos consumidores. Nesse caso, uma observação não seria interessante. Muito melhor seriam as entrevistas porque os consumidores têm acesso a seus próprios pensamentos e poderiam me falar sobre eles.
Além da reflexão a partir da pergunta de pesquisa, é interessante já, desde a coleta, se preparar para a coleta de dados. Isso quer dizer, por exemplo, que as perguntas e a ordem delas numa entrevista já possa levar a respostas que facilitem o trabalho na hora de analisar. Para isso, é preciso entender não só da pergunta da pesquisa, mas do procedimento de análise também desde o planejamento dos trabalhos.
Apesar de não haver uma fórmula e as diretrizes serem várias e dispersas, minha indicação é a de que o pesquisador tenha claro alguns itens antes de começar a coletar dados: o que será investigado? Qual será o tipo de coleta? Quem será investigado? Quando e onde ocorrerá a coleta? Como será realizado o procedimento de coleta? E, ao fim, uma justificativa para todas essas decisões.
Registro de dados
O registro de dados é o cuidado do pesquisador para armazenar o que se coletou de maneira funcional. Por exemplo, no caso de uma entrevista, se vai apenas fazer anotações ou gravar o que o entrevistado falou? Se for gravado, depois será transcrito? Se for transcrito, como serão armazenados e compartilhados os documentos com texto?
O registro pode parecer menos importante do que os outros, mas não é. O registro é importante para garantir que os dados não se percam ou não sejam danificados, por exemplo. Deixar claro isso na redação do trabalho ajuda o leitor a avaliar se o processo foi realmente bem realizado ou se os dados obtidos não são confiáveis por terem corrido risco de estarem corrompidos.
Desse modo, o registro dos dados deve dar conta de materiais utilizados, tamanho do que foi coletado, como foi armazenado, organizado, compartilhado entre pesquisadores (se houver), que tecnologias foram utilizadas e assim por diante.
Análise dos dados
Depois da coleta e do registro, o pesquisador tem os dados em formato adequado para analisar. Pode ser texto das entrevistas transcritas, áudios dessas entrevistas, imagens de observações, anotações e o que quer mais que possa ter sido coletado.
Chega o momento de ele analisar, isto é, refletir sobre a amostra da realidade representada pelos dados. Essa reflexão deve levar às conclusões, ao conhecimento a ser compartilhado na seção de resultados, o que é também a resposta da pergunta de pesquisa.
Nesse caso, o pesquisador deve relembrar o que está buscando por meio da pergunta de pesquisa. Ele deve se perguntar: o que preciso encontrar nos dados? O que estou tentando entender sobre o mundo? No caso da minha pesquisa sobre o São João, minha busca era a de descrever com aconteciam as experiências.
Pode ser o caso de resgatar também o que foi levantado em termos de teoria. Comentei com vocês que eu partia de uma visão de experiência como ela sendo um conjunto de reações dos consumidores. Se estou tentando descrever essas experiências, meu foco foi o de identificar as reações relatadas nas entrevistas. Meu trabalho já fora facilitado porque desde a coleta de dados eu estava buscando essas reações, então agora meu trabalho será mais simples (notem como é importante pensar na análise desde a coleta)
Ainda vale mencionar a compreensão que o pesquisador tem do objeto. Observem que meu objeto são os consumidores do São João, mais especificamente as experiências deles. Toda minha investigação gira em torno disso, da teoria, do método (fenomenológico), tudo está alinhado, em harmonia.
Geralmente o pesquisador tem uma grande quantidade de dados para analisar. Por outro lado, a capacidade humana de memorizar é limitada, o que impede de analisar tudo de uma vez e entender tudo que está nos dados rapidamente. Para dar conta disso, o pesquisador divide os dados em partes e os organiza.
Essa divisão conta com algumas noções básicas: códigos, relações e categorias. A grande quantidade de dados é rotulada e repartida em partes menores a que chamamos de códigos. Esses códigos podem apresentar relações entre si, como semelhança, oposição, partes de um todo, conexões teóricas e assim por diante. Com a união de códigos, obtemos as categorias, que nada mais são do que agrupamentos maiores de dados do que os códigos são. No fundo, códigos também são categorias porque agrupam dados de um determinado tipo. Além disso, os códigos e categorias podem ser conceitos da teoria na forma de dados.

Mais uma vez trago o exemplo das minhas pesquisas sobre o São João. Minha investigação era sobre as experiências do consumidor. A teoria dizia que as experiências eram as reações desses indivíduos, as quais poderiam ser compreendidas como conjuntos de pensamentos e emoções.
Primeiro, relembrei minha pergunta de pesquisa e estava claro para mim que eu buscava as experiências. Segundo, busquei na teoria a definição o que me indicou que eu deveria observar pensamentos e emoções relatadas pelos consumidores nas entrevistas. Uma vez tendo as localizado, identifiquei na forma de códigos quais pensamentos e emoções se relacionavam para dar sentido a uma experiência que, segundo a teoria, era um conjunto desses subtipos. Cheguei a categorias mais amplas já nesse nível que representam experiências na forma de conjuntos relacionados de pensamentos e emoções.
Notem como nesse exemplo foram importantes todos os elementos que comentei anteriormente: pergunta de pesquisa, teoria, objeto, códigos, relações, categorias. Claro que isso é só um exemplo e existem outras maneiras de se trabalhar em dinâmica qualitativas. Por exemplo, o caso de análises totalmente indutivas, que não partem da teoria, não teriam essa teoria tão presente como no meu exemplo em um primeiro momento.
Vale salientar também que cada método vai ter suas diretrizes de análise dos dados. Entretanto, a lógica de repartir os dados em partes e depois conectá-los em categorias é comum entre os métodos qualitativos.
Papel do pesquisador
Na pesquisa quantitativa, muitas análises são realizadas por softwares. A pesquisa qualitativa é diferente. Ela tem a participação do pesquisador em todas as etapas do processo. Por isso, precisa de um cuidado especial.
É possível que o profissional que esteja coletando e analisando dados tenha algum tipo de relação peculiar com o objeto estudado e isso afete o estudo, ou ajudando ou atrapalhando o processo.
Imagine um fã de forró entrevistar e analisar uma banda desse estilo. Pode ser que suas emoções interfiram na análise. Ou, por outro lado, pode ser que, por ele ser um grande conhecedor do assunto, isso ajude. Por conta de tais questões, a ação do pesquisador exige cuidados para que sua relação com a pesquisa não seja problemática.
Primeiro, é indicado ao pesquisador adotar critérios de validade, algo como garantias de qualidade, para minimizar os possíveis obstáculos. Segundo, ser explícito, transparente, em sua pesquisa qual sua relação com o que foi estudado para que o avaliador julgue se o processo ocorreu de maneira adequada.
Garantias de qualidade
Como já falei, a pesquisa qualitativa é realizada pelo pesquisador do início ao fim. O pesquisador na condição de ser humano pode cometer erros. Além disso, a pesquisa pode ser otimizada com procedimentos que a tornem mais confiável. Diante disso tudo, a pesquisa pode contar com alguns cuidados como os que descreverei agora.
Triangulação
O trabalho de um pesquisador, principalmente na análise dos dados, pode passar pela avaliação de outro pesquisador de modo que se observem erros ou conclusões que não façam sentido. Esse procedimento simples é é chamado de triangulação.

Descrição rica dos dados
Os códigos, categorias e demais conclusões dos pesquisadores serão mais confiáveis conforme forem mais ricas – tendo mais detalhes ou mais informação de maneira geral. Isso oferece à análise mais fundamentação e proporciona ao leitor material para julgar se o trabalho faz sentido. Esse cuidado funciona de maneira semelhante a um julgamento em que quanto mais e melhores provas se apresentam para uma acusação, maiores as chances de ser verdade, além de dar material para o juiz (no caso, o leitor) encontrar contradições ou erros.
Declaração de viés
O pesquisador pode também dar informações ao leitor sobre quem ele é e como se relaciona com a pesquisa, principalmente o objeto de estudo. Esse procedimento dá condições de julgar se quem pesquisou sofreu alguma influência na investigação, algo como um viés. Por outro lado, essa relação poderia vir a beneficiar o estudo, no caso do pesquisador estar familiarizado com o objeto. É para isso que sugerimos anteriormente a seção de Papel do pesquisador.
Afirmações fundamentadas
O trabalho acadêmico não é como uma conversa em que fazemos afirmações sem fundamentação. É necessário dar algum tipo embasamento para tudo que está escrito. Por isso as citações são tão importantes. Elas servem para o pesquisador se apoiar no que foi comprovado cientificamente por outros estudos. Por outro lado, a fundamentação também pode ser realizada de acordo com os dados empíricos (por meio da experiência) ou de deduções lógicas (razão), como já falei a vocês em outro texto.
Triangulação de evidências
Como disse, tudo que estiver posto em um trabalho acadêmico precisa ter algum tipo de fundamentação. Nesse sentido, é preciso um cuidado especial com os resultados de um estudo, isto é, as conclusões a que o pesquisador chegou e que respondem a sua pergunta de pesquisa. Essas conclusões podem ter mais de um tipo de evidência que as apoiem e, quanto mais tipos foram utilizados, melhor. Isso quer dizer que as afirmações dos resultados podem estar apoiadas por dados de entrevistas juntamente com observações, outros estudos (como artigos científicos) e assim por diante.
Transparência metodológica
Os resultados de um estudo são fruto da aplicação do método. Sendo assim, é preciso mostrar ao leitor como ocorreu a utilização desse método para que ele julgue se as conclusões do estudo são confiáveis ou não. Então, logicamente, além de declarar como foi o processo metodológico, é necessário ter bom domínio e planejamento desses procedimentos antes da execução. Isso inclui encontrar o melhor método possível assim como ter clara noção de por que ele é adequado para estudar o fenômeno em questão.
Informações contraditórias
Para provar a consistência do estudo, é possível que o pesquisador faça uma discussão utilizando ideias que critiquem, questionem ou contradigam as afirmações postas no estudo. Ele pode mostrar que suas conclusões resistem a esse teste e provar a qualidade daquilo que está posto.
Não-contradição
As contradições podem ser vistas sob outro ângulo. O estudo não deve possuir nenhuma contradição pois isso pode indicar uma falha na estruturação das ideias. Imagine utilizar uma citação que diz que a experiência do consumidor é totalmente subjetiva e nos seus resultados só utilizar afirmações que levam a crer que a experiência é objetiva. Um erro como esse pode comprometer todo o estudo. Tudo nele deve estar em harmonia lógica.
Lembrando que a recomendação de utilizar informações contraditórias feitas anteriormente não é o mesmo que mostrar uma contradição porque o autor mostra visões diferentes mas argumenta a favor do próprio estudo, isto é, usa a crítica a seu favor.
Possibilidade de crítica
Todas as afirmações do estudo devem ser de tal modo exibidas que permitam a crítica. Esse cuidado tem a ver com o falibilismo epistemológico. A ideia é que uma conclusão para ser considerada científica precisa estar passível de ser questionada. A história da ciência mostra que inúmeras vezes verdades tidas como absolutas foram superadas por outras melhores. O que não é o caso de outras afirmações, como é o caso das esotéricas.
Imagine a astrologia. É dito que todo leonino é líder. Eis que você encontra um leonino que não é líder e logo vem alguém e diz que é por conta do ascendente. Note que esse procedimento de sempre buscar outra explicação impede de a afirmação ser refutada. Uma construção teórica desse tipo é inquestionável e, por isso, não-científica. É preciso evitar situações semelhantes a essa no trabalho acadêmico.
Com essas instruções, termino essa nossa breve conversa sobre o método. Ainda há muito mais o que aprender, mas é um bom começo. Muitos conceitos foram apresentados e explicados, o que vai tornar o trabalho do aluno menos difícil.
