Eu estava no shopping em pleno carnaval e dois fatos me fizeram cair uma enorme ficha na cabeça sobre experiência do consumidor.
Na saída, um casal de turistas me perguntou onde ficava o local para embarcar no Uber.
Como turistas, pensei logo: vieram para o carnaval em Recife e estão perdidos, buscando informação. Muitos outros devem estar assim.
O segundo fato é que eu mesmo estava perdido, procurando uma loja que não sabia onde ficava.
Foi quando fui até o quiosque de informações e a funcionária me disse onde era o que eu procurava.
Esses foram os dois fatos. Mas e a ficha? Aqui está ela: informação!
Notem como, sem a informação de embarque, os turistas não conseguiriam fazer o consumo do transporte.
Eu, sem a informação de onde ficava a loja, não compraria nada.
Algumas simples informações se tornaram essenciais para que as experiências acontecessem. Aliás, sem elas, nem a compra nem o consumo aconteceriam.
Informação é um dos 12 elementos do diagrama EMI (de experiências marcantes imersivas) que desenvolvi para entender melhor o consumo.
Além disso, é um dos elementos mais baratos de se oferecer para otimizar as experiências. Basta uma pessoa, uma placa ou textos na internet para resolver a questão.
Uma mera informação e já não estamos mais perdidos!
