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Uma das piores experiências do consumidor que já vi

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Esses dias estive em um hospital com minha mãe. Ela havia se operado há alguns dias, teve problemas e acabou na emergência novamente.

As “desesperiências” foram muitas nesse percurso, vou focar em apenas uma dessa vez.

Fomos atendidos por um médico que pediu exames. Depois de fazê-los, deveríamos voltar a ele.

5 horas depois saiu o último exame e perguntei quantas pessoas seriam atendidas pelo médico antes de nós. Ela disse que eram 4. Um bom tempo depois disse que “agora” que eram 4, havia dito anteriormente esse número de maneira equivocada.

Sendo que a essa altura minha mãe já estava passando mal: pós-operada, idosa, sem ter dormido, sem comer nada desde a manhã, com o desconforto da doença…

Decidi enfrentar a situação. Relatei tudo à enfermeira, que me encaminhou a médica.

Chegando lá, ela me diz que já tinha chamado minha mãe e não nos encontrou. Isso porque eu tinha que ir com minha mãe ao banheiro, pois só ela não conseguia. Nisso, perdemos a vez.

No entanto, a enfermeira não havia dito isso. Um claro erro de informação além de descoordenação da equipe.

A experiência da minha mãe como paciente foi terrível, quase sai pior do que entrou lá.

E tudo por conta de falta de compartilhamento de informação. Informação é algo barato: em papel é só escrever; digital é ainda mais barato nas telas; e na voz, mais simples ainda. Faltou um simples aviso.

Isso custou muita dor e incômodo mas, dependendo do paciente, isso poderia ter custado uma vida.

Em quase todas as áreas, informação é algo barato que pode melhorar e muito as experiências. Imaginem como o carnaval seria mais cômodo se existissem placas informando os banheiros próximos…

Professor Rodrigo

Doutor em Administração, professor e pesquisador há mais de 10 anos.

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